Antônio Campos - Belo Horizonte - MG
MINHA EXPERIÊNCIA COM O BALANCEAMENTO CEREBRAL
Meu nome é Antônio Campos, 62 anos, bacharel em Direito, profissional de Comunicação e Marketing há mais de 40 anos, atual diretor de Planejamento e Marketing da Perfil Promoções e Publicidade, em Belo Horizonte, MG.
Há cerca de 12 anos, meu filho Pedro, hoje com 22, sofreu grave acidente automobilístico, ficando em coma por mais de 40 dias. Ao contrário de previsões médicas da época, sobreviveu, embora com sérias seqüelas neurológicas, constantes de laudo médico anexo a esse depoimento.
– "Não há nada mais que a medicina possa fazer pelo seu filho. Procure administrar sua vida da melhor maneira possível. Não acredite em ninguém que lhe acene com qualquer tipo de alternativa" – ouvi, perplexo, de um renomado médico do Rio de Janeiro, articulista em revistas científicas e recomendado como o maior especialista da área no País.
Sua revoltante frieza e insensibilidade ao me dar o veredicto foi uma das coisas boas que aconteceram na minha trajetória de pai de pessoa com deficiência. Porque saí dali disposto a ir à luta por todos os meios – recusando-me a acreditar que a ciência era uma atividade estática, imutável e empedernida como o doutor-frieza me fazia supor, em tempos de coquetel anti-aids, cura do câncer, células-tronco e conquistas desse ou de maior calibre.
Na minha busca incessante, vim a descobrir o Balanceamento Cerebral. Devo declarar que em momento algum o dr. Paulo Faria me fez qualquer promessa de cura ou similar. Apenas me explicou como era o processo e que eu poderia manter a expectativa de uma melhora na qualidade de vida do meu filho.
E foi o que ocorreu, aliás, vem ocorrendo, no decorrer do tempo, após muitas sessões do balanceamento, em que Pedrão se porta como um ótimo colaborador.
Meu depoimento – contendo este reconhecimento explícito – fez parte de reportagem no jornal Estado de Minas, reproduzida no site do Balanceamento Cerebral.
E tantas vezes quanto possíveis voltarei a dá-lo, porque só nós, os pais angustiados pela qualidade de vida dos filhos especiais, sabemos o quanto é necessário socializar a informação sobre novidades científicas e desmentir as múmias incrédulas da medicina, como o citado doutor carioca.
Graças, preponderantemente, à utilização do Balanceamento Cerebral, no meu entender, Pedrão tem melhorado bastante.
Ele, que tinha o equilíbrio instável, caía com alguma freqüência, hoje pratica jiu-jitsu e capoeira com desenvoltura. Sua linguagem melhorou consideravelmente. Seu corpo, antes visivelmente pendente para a esquerda, agora está ereto. A obesidade acabou. A baba, antes excessiva, quase desapareceu.
E em diversos outros aspectos também houve muito progresso – não cura - ainda, mas chegaremos lá, nós, os pais que acreditam na maravilha do desenvolvimento tecnológico e científico, nossos filhos, nossos médicos de boa fé e os psicólogos sérios, estudiosos e comprometidos, como o Dr. Paulo Faria.
Belo Horizonte, 3 de abril de 2006.
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Antônio Campos - (Pai de Pedro Rafael, o Pedrão, usuário do Balanceamento Cerebral).
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